Há um caos dentro de mim
A minha alma transborda
Sei que darei a
luz à uma estrela
E à uma corda bamba para o abismo
Para que passem sem parar
Sem olhar para trás ou para baixo
Sei que logo esquecerão de mim
Pois dispenso os agradecimentos
Das minhas poucas virtudes
Estou sempre em sucumbência
Vivo extinguindo-me.