Morro todos os dias
nos atentados contra crianças
no mundo , no Brasil, em Minas
Ressussito entre escombros
tento respirar paz
mas o sangue espalhado
tira a vontade de sobreviver
Olho em minha volta
só vejo pessoas apressadas
tentando ser aquilo
que escolheram no início do ano
As velas e purpurinas
permanecem brilhando
como um farol que cega
atraindo os piores navegantes
Escondo meu corpo nu
nos farrapos deixados pelo tufão
esboço um sorriso
atiradeiras direcionam para mim
Toco uma melodia de amor
riem de minha insignificância
viro as costas para o mundo
e continuo morrendo
nos atentados contra crianças
no mundo , no Brasil, em Minas
Ressussito entre escombros
tento respirar paz
mas o sangue espalhado
tira a vontade de sobreviver
Olho em minha volta
só vejo pessoas apressadas
tentando ser aquilo
que escolheram no início do ano
As velas e purpurinas
permanecem brilhando
como um farol que cega
atraindo os piores navegantes
Escondo meu corpo nu
nos farrapos deixados pelo tufão
esboço um sorriso
atiradeiras direcionam para mim
Toco uma melodia de amor
riem de minha insignificância
viro as costas para o mundo
e continuo morrendo